Consolidamos os reajustes salariais das negociações coletivas com data-base em Setembro — e você acessa os dados em primeira mão. Essa entrega foi conduzida pelo time de Data Intelligence, combinando as inteligências humana e artificial para potencializar decisões estratégicas.
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📊 O que os números dizem:
✅ Mediana dos reajustes:
Convenções Coletivas: 5% (1 p.p. acima do INPC de agosto de 2026).
Acordos Coletivos: 5% (1 p.p. acima do INPC de agosto de 2026).
✅ Maioria dos reajustes acima da inflação:
97,62% das Convenções Coletivas registraram reajustes acima do INPC e 2,38% acompanharam a inflação.
90,06% dos Acordos Coletivos registraram reajustes acima do INPC e 8,84% acompanharam a inflação.


✅ Destaques regionais
AM (Acordos): mediana de 6,5% (19 instrumentos)
SC (Convenções): mediana de 5,5% (26 instrumentos)
SP (Acordos): mediana de 5,4% (32 instrumentos)
RS (Convenções): mediana de 4,25% (12 instrumentos)
✅ Outros destaques:
Comparação anual: em setembro de 2025, a mediana foi de 6% com INPC de 5,05% (ganho real de 0,95 p.p.). Agora, com inflação menor, a
mediana de 5% garante ganho real de 1 p.p., e a parcela de reajustes acima do INPC passou de cerca de 76% para mais de 90%. Desde a
data-base de maio, o ganho real mediano está em torno de 1 p.p. todo mês, com variação entre 0,7 e 1,1 p.p. Os números de
setembro ainda são preliminares. São 265 instrumentos até agora, contra cerca de 1.670 com data-base em setembro de 2025.
✅ Registros tardios e estabilidade dos resultados:
Mediana estável: os instrumentos registrados mais de 60 dias após o início da vigência praticamente não alteram a mediana nacional. Na
data-base de agosto, ela se manteve em 5% nas Convenções e 5,1% nos Acordos. Em julho, os Acordos seguiram em 5%. A maior variação
foi nos Acordos de junho, que passaram de 6% para 5,5%.
Volume relevante de registros tardios: nas datas-base de junho e julho, entre 52% e 77% dos instrumentos foram registrados mais de 60
dias após o início da vigência. Por isso, os números de setembro devem ser lidos como preliminares.
Recortes regionais e setoriais tendem a convergir: os primeiros registros costumam mostrar medianas mais distantes da média, que se
ajustam com os registros posteriores. Por exemplo, os Acordos de Serviços com data-base em junho passaram de 6% para 4,72%, e os
Acordos do RJ em julho, de 6% para 5,41%.
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